terça-feira, 28 de junho de 2011
Noite.
Chega sábado, a noite cai e as luzes se acendem nos espelhos. O rosto pintado e as expressões vagas, a boca vermelha pronta para manter-se intacta e quieta, o lápis risca os negros olhos azuis enquanto esperam avidamente a novidade do cotidiano. La se vê sempre as mesmas caras, são pessoas diferentes com rostos iguais, feições unicas escondidas atrás da mesma cortina de tinta, cor e futilidade.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Em um passado remoto perdi meu controle
Posto hoje essa musica que já não faz sentido nenhum pra mim e na verdade nunca teve tempo de fazer, mas ontem quando a ouvi pela primeira vez fui puxado de volta no tempo com a sensação de que estas palavras deveriam ter saido da minha boca. senti a necessidade de expor aqui retroativamente, retrospectivamente e nostálgicamente essa letra. (:
Não quero sugar todo o seu leite
Nem quero você enfeite do meu ser
Apenas te peço que respeite
O meu louco querer
Não importa com quem você se deite
Que você se deleite seja com quem for
Apenas te peço que aceite
O meu estranho amor
| Ah! Mãinha
| Deixa o ciúme chegar
| Deixa o ciúme passar
| E sigamos juntos
| Ah! Neguinha
| Deixa eu gostar de você
| Pra lá do meu coração
| Não me diga nunca não
Teu corpo combina com meu jeito
Nós dois fomos feitos muito pra nós dois
Não valham dramáticos efeitos
Mas o que está depois
Não vamos fuçar nossos defeitos
Cravar sobre o peito as unhas do rancor
Lutemos, mas só pelo direito
Ao nosso estranho amor
Nem quero você enfeite do meu ser
Apenas te peço que respeite
O meu louco querer
Não importa com quem você se deite
Que você se deleite seja com quem for
Apenas te peço que aceite
O meu estranho amor
| Ah! Mãinha
| Deixa o ciúme chegar
| Deixa o ciúme passar
| E sigamos juntos
| Ah! Neguinha
| Deixa eu gostar de você
| Pra lá do meu coração
| Não me diga nunca não
Teu corpo combina com meu jeito
Nós dois fomos feitos muito pra nós dois
Não valham dramáticos efeitos
Mas o que está depois
Não vamos fuçar nossos defeitos
Cravar sobre o peito as unhas do rancor
Lutemos, mas só pelo direito
Ao nosso estranho amor
Caetano Veloso, Nosso Estranho amor
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