terça-feira, 28 de junho de 2011

Noite.

Chega sábado, a noite cai e as luzes se acendem nos espelhos. O rosto pintado e as expressões vagas, a boca vermelha pronta para manter-se intacta e quieta, o lápis risca os negros olhos azuis enquanto esperam avidamente a novidade do cotidiano. La se vê sempre as mesmas caras, são pessoas diferentes com rostos iguais, feições unicas escondidas atrás da mesma cortina de tinta, cor e futilidade.

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